Duas visões sobre o nada

 

 1-O espaço do nada.

Nos momentos das horas, minutos e segundos do relógio da sua existência você faz sempre muito.O fato é que até quando não se quer fazer nada, se faz, deveras. Se o aluno pede para o professor não vamos fazer nada hoje não? É claro que ficarão conversando entre seus pares. Se não vejo a hora de ter um feriado para descansar, quando chega o esperado dia, assisto TV, ouço músicas, passeio com o cachorro, e todas essas ações contradizem a ideia anterior que existia de“não fazer nada”..nas férias, na folga, dentre outras coisas.

2-Entre não conhecer, criar e saber: o algo no lugar no nada

O nada é não saber, não conhecer, não entender, não sinalizar. São exemplos de nada: o desconhecimento, a desinformação, a falta de memória. Onde existe um vácuo, uma vacância, um “mistério” a ser revelado, entendido, decodificado. O nada é instável ao ser humano. Deixa-o inseguro, sem norte, sem indicação do que fazer e para onde ir. Isso causa uma adversidade e impulsiona o ser humano a saber, a inventar, a criar. É aí que entra a capacidade inventiva do ser humano. Instável, ele vai lá e inventa, cria, faz acontecer. E de onde vem essa força inventiva? Ora, da sua espetacular habilidade de pensar, imaginar; da sua capacidade perceptiva, intelectiva, cognitiva.

Conclusão:

O nada é um espaço possível de ser reinventado e depende de cada personalidade preenchê-lo de acordo com o que lhe é importante.