Fluxo de consciência

Caminhando pela calçada no insuportável calor do meio dia ela seguia com seus passos faceiros. Mas bem que eu podia ser mais magra, pensava. E então poderia ter meus cabelos e pele bem cuidados, unhas grandes e esmaltadas, continuava a pensar. Tropeçava às vezes. Erguia mais o pé que estava envolto numa sapatilha  bem degastada pelo uso.  Nos canteiros das árvores da vizinhança tinha pezinhos de manjericão plantados e ela  arrancava suas folhinhas vez em quando para macetá-los entre os dedos e saborear o aroma. Ela sentia ser criança quando fazia isso. E ia ela andando e olhando para baixo em direção à barriga, medindo-a com os olhos para ver se havia crescido mais de ontem para hoje. Ela era peculiar nestas coisas do pensar. Ainda bem – ela pensava – ninguém sabe o que eu penso, porque se não eles iriam pensar no que eu penso também e, eu não quero que ninguém saiba o que eu penso para depois estar a pensar no que é de propriedade do meu pensar. Passou um moço que a olhou. Ela pensou que havia alguma coisa errada com ela. Será são meus cabelos? Minha roupa? Mas ela não pensou…aquele olhar era por conta da beleza dela.

Ela tinha 33 anos e ainda não sabia que era linda demais. Ela não pensava na sua beleza, de momento.

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Conversando com Julieta

Neste 13/10/2018, fui tocada pela vontade de fazer saber que Julieta escreve.

Em visita a uma amiga que se aposentou,  conheci uma pessoa muito especial: sua mãe de 93 anos que me mostrou uma coleção de poesias  escritas quando tinha 80 anos (tudo encadernadinho). Desde que peguei o caderninho escrito por ela nas mãos…ela ficou atenta se eu lia as poesias e, se alguém interrompesse minha leitura,  ela dizia: “Deixa ela terminar de ler”.

Eu nem sei explicar...A BELEZA DAQUELE MOMENTO.

Pedi autorização para tirar uma foto dela e uma de seu poema preferido “Passarinho”. E eis  a Julieta e sua poesia.

 

julieta

 

Passarinho.jpg

 

 

Um pouco de EDUCAÇÃO

O processo de Educação Oficial no Brasil começou com o decreto de D. Pedro I em 15 de outubro de 1827, data em que se comemora o dia do Professor. Este Decreto  postulou que “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras” (Ministério da Educação e Desporto).

Mas, muito anteriormente ao ano 1827,  o ato de transmitir saberes já existia. Na Roma Antiga, por exemplo, as pessoas responsáveis por transmitir conhecimentos eram os  “retores” e na Grécia, quem os disseminavam  às populações em troca de qualquer quantia de dinheiro, eram os sofistas. No Brasil, os Jesuítas foram os pioneiros nesse processo de ensino, por isso, se tornaram os responsáveis pela educação dos indígenas na época da colonização portuguesa.

 Na verdade, ao índio foi imposto o ensino pela fé cristã e esse modelo de ensino perdurou até o ponto em que o Marquês de Pombal assumiu o governo e extinguiu o ensino religioso expulsando os Jesuítas da missão de catequizar os aborígenes. Em consequência, houve a necessidade de escolher pessoas que pudessem trabalhar ensinando, encargo este que ficou para a Coroa Portuguesa, a única responsável por selecionar os candidatos.

Segundo Maxwell (1996, citado em Boto, 2010) o foco principal de Pombal quanto ao processo de ensino foi: “trazer a educação para o controle do Estado, secularizar a educação e padronizar o currículo”. Deste modo, em 1759, as aulas régias foram instituídas e nelas, o estudante tinha a oportunidade de ler, escrever e calcular.  Ainda que os professores fossem selecionados por meio de escolhas da Coroa, não havia a necessidade de comprovarem formação específica por meio de diploma para lecionar, no entanto, passavam por uma prova de conhecimentos. Segundo Vicentini e Lugli (2009),

[…] a tarefa do ensino é assumida pelo Estado, durante as Reformas Pombalinas, em Portugal e suas colônias. Nas aulas correspondentes ao Brasil, o processo de seleção de professores iniciou-se em 1760 – os candidatos eram submetidos a uma prova de gramática e outra de matemática para ocupar uma aula atribuída em uma cidade ou vila (2009, p. 69 -70)

Ainda que as escolas tenham começado a funcionar no ano 1760, no Brasil o processo de seleção de professores, se deu “[… ] somente no início do século XX, e mais fortemente a partir da década de 1930 […], diminuindo a intromissão de forças políticas locais nos processos de nomeação e seleção para as vagas existentes no magistério público” (VICENTINI; LUGLI, 2009, p. 72-73

Se comparada à idade do Brasil, percebemos que a  Profissão Professor  formalizada não é, deveras, antiga. Talvez daí se expliquem muitas questões críticas que a mesma enfrenta até os dias atuais.

Encontro com a sombra

Então, tem cada coisa boa na vida. Antes de dormir fui ler um pouco e olha o que o Grande P. .R.Cunha escreveu…eu quase nem acreditei. Obrigada👏👏👏👏👏👏

Para a LPD

A duras penas Samara e Bianca abriram caminho entre as dezenas de funcionários barulhentos que estavam parados à porta do escritório do sr. Toledo. Antes de entrar, elas se viraram rapidamente para aqueles rostos angustiados que aguardavam resposta.

O escritório mostrava-se escuro. A pouca luz do crepúsculo que conseguia ultrapassar as brechas das cortinas de quatro janelas altas iluminava morosamente o piso de granito que em melhores tempos fora motivo de orgulho para aquela multinacional em ruínas. Samara fechou a porta atrás de si e as vozes desconexas foram de súbito abafadas pelo sistema de vedação. Ela respirou fundo e disse friamente: «Certo, Toledo, qual foi a decisão que você tomou?»

O sr. Toledo estava sentado numa dessas cadeiras giratórias que costumamos encontrar na sala dos presidentes de grandes empresas. Mantinha a cabeça baixa como uma criança que aprontara alguma; olhos pequenos, úmidos e retorcidos debaixo das…

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Das formas da melancolia

Não é de satisfação a essência desta poesia.

Nem de uma vitória conquistada por revelia

De prazeres?  um tema descabido.

Não. Não é nada disso.

Trata-se das formas da melancolia

 

Pensando bem, após a chuva,

as árvores ficam entristecidas

suas folhas pesam e se desalinham.

As que suportam o aguaceiro

desferem folhas e talhinhos.

 

As folhas caídas são escorregadias,

e, logo, descartadas nos sacos de lixo.

Fechadas, esperam porque presas e sem saída.

depositadas serão nos locais onde o aterro

as consumirão aos pouquinhos. É de se pensar

no triste fim das folhas caídas.

 

Inocente, o varredor é assim que faz.

Não sabe que as aprisiona e as impede de

voarem pelos descampados e comporem outras

paisagens. Bem lá no fundo, elas estão em melancolia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipologia Argumentar

 

ESTRUTURA TEXTO ARGUMENTATIVO1

Dentro da tipologia argumentar, temos dois gêneros que merecem destaque para nossas considerações: o artigo de opinião e o texto dissertativo-argumentativo. As principais diferenças entre o artigo de opinião e a dissertação-argumentativa é que o primeiro requer um receptor específico que no decorrer das linhas será convencido por meio de um ponto de vista de quem escreve. No entanto, os argumentos serão direcionados de acordo com a intenção do emissor da mensagem para com o receptor. Um texto enviado ao prefeito de um distrito, por exemplo, terá argumentos direcionados àquela autoridade. Além disso, o artigo de opinião se insere dentro de um contexto social de comunicação específico, sendo geralmente publicado em revistas, espaço onde existe um editor e um articulista para um público-alvo específico.

Enquanto o artigo de opinião preza pela seleção de seu público, o texto dissertativo-argumentativo é dirigido a um interlocutor mais genérico. O autor não quer convencer um público em particular, mas sim discutir um assunto (geralmente polêmico) do qual possui conhecimentos que podem ser sustentados por argumentos bastante convincentes. Um estudante quando presta o ENEM é um exemplo de produtor do gênero.

Tanto o artigo de opinião quanto o texto dissertativo possuem uma estrutura peculiar, vejamos:

– Introdução (parágrafo expositivo). Momento em que as informações necessárias sobre o assunto são apresentadas para o leitor.

– Desenvolvimento – parágrafo onde são expostos os argumentos ou contra-argumentos em defesa de um ponto de vista a ser defendido

– Conclusão –  Encerramento da discussão apresentada. Espaço para fechamento das ideias abordadas ao longo das linhas do texto. (Deve-se apresentar uma solução para o problema discutido).

A base estrutural é a mesma para os dois gêneros, mas para que o autor tenha condições de convencer o leitor a acatar o seu ponto de vista, ele deve selecionar, organizar e relacionar argumentos consistentes, ou seja, aqueles que podem ser comprovados a partir de informações verídicas: pesquisas, reportagens e mobilização de outras vozes de autoridade no texto para concordar ou refutar suas ideias, como pesquisadores, filósofos, estudiosos, sociólogos, profissionais da área etc. Nesse ponto, ressalta-se a importância da leitura do que acontece nas sociedades de forma geral.

 

As questões formais da Língua Portuguesa

A linguagem formal precisa ser respeitada. É importante que o estudante (ou a pessoa que se propõe a escrever) tenha domínio das normas que regem a língua mãe. Para a organização é importante os elementos de coesão e coerência. A disciplina de Língua Portuguesa pode centrar-se:

  1. No conjunto de regras que nos leva a produzir frases para, a partir daí, chegarmos aos enunciados concretos;
  2. Nos enunciados que circulam efetivamente no cotidiano e seguem regras específicas que permitem a comunicação.

EXEMPLOS DE CONJUNÇÕES UTILIZADAS PARA A ORGANIZAÇÃO DOS TEXTOS

 

 

Tipologia e Gênero

Esta é uma aula bem básica sobre as diferenças entre Tipologia e Gênero Textual e tem o intuito de colaborar com os professores de Língua Portuguesa,  Literatura e demais interessados.

generos textuais

Gênero 1

Há mais exemplos de gêneros textuais, caso queira insira-os no momento da explicação. É necessário que os estudantes entendam: “todo texto possui uma função social e esta depende do contexto de comunicação”.

função social

efeito

Abaixo temos alguns exemplos de gêneros textuais que estão inseridos dentro das tipologias narrar, relatar, argumentar, prescrever e informar.

Peça aos estudantes que leiam e identifiquem a qual tipologia pertencem os exemplos dos balõezinhos  e suas respectivas funções sociais.

 

exemplos

O anúncio publicitário abaixo tem como função social vender um produto, nesse caso a “sandálias Havaianas”. Reparem que para atingir o público-alvo, o interlocutor se utiliza de elementos verbais e não-verbais (mostre isso para seu aluno): O tamanho das letras, a vegetação envolvendo cada palavra, explicite os elementos de imagem, ou seja, as sandálias Havaianas coloridas e com imagens das florestas brasileiras. Trabalhe a função contida na expressão “pé de havaianas”  e seu sentido figurativo.

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Bibliografia

Psicologia – Comportamento Humano

 O comportamento humano é muito questionado e/ou observado em vários espaços onde circula a “espécie humana”. Lembra de algum momento em que o comportamento de alguém lhe chamou a atenção?…na rua, numa festa, na escola, no trabalho, na família [em numerosos locais, seguro]. O bom de tudo isso é que para a Psicologia existe o estudo da “teoria comportamental, quero dizer, os comportamentos podem ser explicados e, dessa forma, deixam de ser vistos a partir do senso comum. No livro “Princípios Básicos de Análises do Comportamento” (Márcio Borges Moreira e Carlos Augusto de Medeiros) há embasamento para discutir o comportamento com mais profundidade; mas para este post  apresento a questão do reflexo inato e estímulos, questões importantes para a Psicologia no que se refere aos estudos básicos de análise do comportamento

 

Reflexo, Estímulo e Resposta

“O Reflexo é uma relação entre o estímulo e a resposta na qual o estímulo elicia(provoca/causa) a resposta”. Os seres humanos nascem com reflexos – são os chamados inatos e desde a vida uterina temos um repertório comportamental de reflexos que dependem de uma alteração no ambiente para acontecer. Eles são importantes para a nossa sobrevivência. O reflexo inato é um comportamento  desenvolvido ao longo da história filogenética do ser humano. Quando falamos em reflexos ou comportamentos respondentes estamos sempre nos remetendo a uma situação de estímulo e resposta.  Quando um estímulo é neutro quer dizer que ele não produz uma resposta. Um estímulo incondicionado é quando o estímulo acontece de qualquer forma, é involuntário, por exemplo, a carne para a saliva do cão. Se a resposta fosse arrepiar, a carne seria um estímulo neutro.

Condicionamento Pavloviano e o estudo das emoções

O condicionamento pavloviano refere-se ao processo pelo qual os organismos aprendem novos reflexos e emoções. São estes, em grande parte, relações entre estímulos e respostas. Se os organismos podem aprender novos reflexos , podem também  sentir novas emoções (respostas emocionais) que não estão presentes em seu repertório comportamental  quando nascem. Um reflexo é condicionado a partir de outro já existente. Watson  identificou  no repertório comportamental de um determinado bebê,  um reflexo inato [que já existia no repertório comportamental da criança]. A partir disso, adicionou novos elementos para perceber o que a criança sentia,  conseguindo provocar uma alteração no repertório dela. A criança respondeu emocionalmente aos novos estímulos e demonstrou novas emoções, não controlando-as, ou seja, ao repertório comportamental do bebê foram acrescentadas novas respostas reflexas, respondentes. A razão de respondermos emocionalmente de formas diferentes aos mesmos estímulos está na história de condicionamento de cada um de nós.  Todos nós passamos por diferentes emparelhamentos de estímulos em nossa vida .

Esses diferentes emparelhamentos [relações que se vai construindo com os elementos/situações que se vive],  produzem o nosso jeito característico de sentirmos emoções hoje. Não devemos pensar que apenas um estímulo fixo eliciará uma única resposta, quer dizer, somente aquele estímulo eliciará determinada resposta  igual em todos porque há variados modos de sentir e perceber o mundo. Vejamos alguns exemplos:

Fenômeno generalização respondente: Exemplo uma pessoa foi bicada por uma determinada galinha, logo passará a ter medo de todos as galinhas. Quanto mais parecido ao estímulo condicionado presente no momento do condicionamento, um outro estímulo for, maior será a magnitude da resposta eliciada. Se uma pessoa passa a ter medo de uma galinha por determinado emparelhamento  desse animal com estímulos aversivos, quanto mais parecida com uma galinha uma ave for, mais medo essa ave eliciará na pessoa, caso ela entre em contato com a ave.

A variação na magnitude da resposta em função das semelhanças físicas entre os estímulos é chamada de gradiente de generalizações ( que é quando a magnitude de uma resposta condicionada diminui à medida que diminuem as semelhanças entre o estímulo presente no condicionamento e os demais estímulos semelhantes ao estímulo original).

Respostas emocionais condicionadas comuns Há muitas pessoas que possuem estímulos parecidos, como por exemplo, medo de altura. Esse medo não é inato, pois na infância muitas crianças já caíram de mesa, de cadeiras, de janelas. Neste caso temos um estímulo neutro (perspectiva, visão de altura) que é emparelhado com um estímulo incondicionado ( dor, queda). Após o emparelhamento, a simples visão de altura pode eliciar (causar/provocar) a resposta medo.

Extinção respondente e recuperação espontânea A extinção respondente acontece a partir do momento em que a resposta reflexa condicionada vai desaparecendo em razão do Comportamento ser apresentado várias vezes sem o estímulo ao qual foi emparelhado, assim seu efeito eliciador vai se extinguindo gradualmente, ou seja, o estímulo condicionado vai perdendo a função de eliciar a resposta condicionada até não eliciar mais nada naquele organismo. Para que um reflexo condicionado perca sua força, o estímulo condicionado (carro para quem sofreu um acidente de carro) deve ser apresentado sem novos emparelhamentos com o estímulo incondicionado que estavam presentes no momento do acidente.(nesse caso dores, machucados da batida, ruídos). A necessidade de nos expormos ao estímulo condicionado sem a presença do estímulo incondicionado é a razão pela qual carregamos, ao longo da vida, uma série de medos e outras emoções que, de algum modo, nos atrapalham. Devido a emparelhamentos ocorridos em nossa infância, temos medo de altura. Deste modo, evitaremos lugares altos, mesmo estando em perfeita segurança e assim não entramos em contato com o estímulo condicionado (altura) e teremos esse medo pelo resto da vida. Caso essa pessoa que tem medo de altura passar a trabalhar no ramo de construções de edifícios, provavelmente não terá mais esse medo.

Recuperação Espontânea – Um reflexo após extinto pode ganhar força e aparecer novamente sem novos emparelhamentos.

Dessensibilização – Consiste em dividir o procedimentos da extinção em pequenos passos. O medo do cão é diminuído se a pessoa que tiver pavor de cães arrumar um emprego num canil. Daí essa pessoa busca o psicólogo para ajudá-la na extinção do medo. É necessário construir uma hierarquia das ansiedades, ou seja, descobrir para aquela pessoa quais são os estímulos eliciados pelos cães que produzem maiores ou menores  medo nela.

Condicionamento de ordem superior – é um processo em que um estímulo previamente neutro passa a eliciar uma resposta condicionada como resultado de seu emparelhamento a um estímulo condicionado que já elicia a resposta condicionada em questão.

Fatores que influenciam o condicionamento pavloviano

Frequência dos emparelhamentos

Tipos de emparelhamentos

Intensidade do estímulo incondicionado

Grau de predição do estímulo condicionado.

Confabulando: sugestão de atividades com o gênero FÁBULA (6º ano)

Ótimas ideias para a aplicação em salas dos 6ºs anos.

Português é tri!

SITUAÇÃO INICIAL

1) Com certeza você já leu e ouviu muitas fábulas. Em grupos, tentem lembrar agora de uma delas, preenchendo a tabela abaixo:

TABEÇA2) Narre a fábula relembrada para a turma. Conversem sobre elas: são realmente fábulas? Por quê?

3) Tente definir, com as informações discutidas pela sala, o gênero FÁBULA.

4) Você já percebeu que uma fábula não é uma narrativa qualquer. Ela tem um jeito bem próprio de ser escrita. A seguir, você terá trechos de textos diversos. Procure localizar os que são de fábulas, marcando-os com X.
(  ) Um roubo espetacular. Nenhum vidro quebrado, trancas e cadeados inviolados, silêncio absoluto na madrugada.
(  ) Olá! Meu nome é Carolina, tenho 10 anos e sou fã n° 1 do JUSTIN BIEBER…
(  ) Um corvo, tendo roubado um pedaço de carne, pousou sobre uma árvore. Uma raposa o viu e…
(  ) O ataque de um…

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